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22 settembre UAU!Formatura e decoração afro Na semana passada, ocorreu a formatura dos acadêmicos nos cursos de
Gestão Hospitalar; Marketing Estratégico; Marketing e Serviços; e Recursos
Humanos da Faculdade Alagoana de Administração (FAA). O momento auge foi o baile
no sábado (19) organizado pela empresa Multieventos, que inovou e agradou com a
decoração afro. Logo na entrada havia uma imagem expressiva de um negro
pintado em uma tela de três metros; também tinham vários painéis com traços
africanos, para serem panos de fundo nas fotografias; nas luminárias, a palha da
costa demonstrava um toque rústico; e nos arranjos centrais as belas flores
tropicais. Só senti falta das músicas com a batida dos tambores e os tecidos
coloridos na festa. Bom, parabéns pela iniciativa e também para a amiga Madalena
Silva – graduada em Recursos Humanos, que também é Presidente do Sindicato dos
Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Privado (Sintep) e integrante do
Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, do movimento negro. Enfim, ficam
registrados os votos de sucesso! Fonte: Coluna Axé - Tribuna Independente (22/09/09) 07 settembre ATOPor: Helciane Angélica - jornalista Na sexta-feira (04.09) aconteceu a 15ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas em Alagoas, que abordou o tema: "Vida em primeiro lugar - A força da transformação está na organização popular". O ato é organizado pelas Pastorais Socias vinculdas à Igreja Católica e conta com o apoio dos movimentos sociais, sobretudo dos sindicalistas e das organizações que defendem os direitos das famílias camponesas: a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Os manifestantes percorreram as principais ruas do Centro de
Maceió. A caminhada teve ínicio na Praça Dom Pedro II, também conhecida como
Praça da Catedral, seguiu até o Palácio do Governo e terminou na Praça Deodoro,
em frente ao Tribunal de Justiça de Alagoas. Nesta edição, participaram cerca de 4000 pessoas:
representantes de várias categorias profissionais filiados à Central Única dos
Trabalhadores (CUT-AL), movimento de mulheres e de negros, religiosos de várias
congregações, catadores de material reciclado, estudantes e trabalhadores rurais
munidos de bandeiras, faixas com as reivindicações e que entoaram palavras de
ordem. O ato promove uma reflexão crítica sobre a Independência do
Brasil e a realidade de miserabilidade que a maior parte da sociedade é
submetida cotidiamente. É na verdade a busca do diálogo com a sociedade sobre "O
Brasil que nós temos!" e o "Brasil que nós queremos!". |
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