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30 ottobre TVÓ paí, ó!
Estréia nesta sexta-feira (31) o seriado global “Ó pai, ó”, inspirado no filme dirigido por Monique Gardenberg em 2007. Estão no elenco, atores consagrados e do Bando Teatral Olodum (criado em 1990) – destacando-se Lázaro Ramos que iniciou no grupo e será o protagonista “Roque”, além de Matheus Nachtergaele, ator premiado, que interpretará "Queixão" . Promete-se “mostrar a Bahia do jeito que você nunca viu”, aliás, as raízes e o cotidiano que a mídia não evidencia. Ao todo serão seis episódios, que acontecerão em um animado cortiço e no Pelourinho, centro histórico de Salvador. Muitos telespectadores serão atraídos pela alegria, personagens debochados, o sotaque regional e histórias envolventes, além de ser uma ótima oportunidade para exaltar o talento de vários afro-descendentes. A irreverente produção, também, faz críticas sociais!
Saiba mais: Roque (Lázaro Ramos) - Um rapaz charmoso, de bom coração, poeta, informado e politizado. Seu sonho é se tornar cantor famoso, mas para ganhar a vida tem uma oficina de pintura afro. Queixão (Matheus Nachtergaele) - Amalucado e racista, sobrevive às custas de pequenos golpes e contravenções. MOBILIZAÇÃO
A Comissão Estadual de Defesa das Minorias Étnicas Sociais e a Comissão Nacional de Promoção da Igualdade do Conselho Federal, ambas da OAB, convidam representantes da sociedade civil alagoana para uma reunião nesta sexta-feira (31), às 14h, no auditório da OAB/AL.
Pautas: II Seminário Regional de Promoção da Igualdade (27 e 28 de novembro); Marcha dos segmentos afro-alagoanos; Serra da Barriga.
Contatos: (82) 8812-0759 / 3221-3188 27 ottobre REUNIÃO
Olá tod@s integrantes do Anajô
Teremos uma reunião nesta quinta-feira (30.10), a partir das 9h, no Sintep (Rua Lourival Vieira Costa, 32, Prado - próximo a Praça Pirulito / 3336-7464).
Pautas:
1. Avaliação da participação da entidade no projeto "Peróla Negra Brasileira: História, importância e lutas do povo negro. Conheça, e se orgulhe!" 2. Mês da consciência negra (novembro) 3. Outros
Conto com você! Um abraço
Helciane Angélica - Presidente do Anajô (8831-3231) SAÚDEAnemia Falciforme: Dia Nacional de Luta
O dia 27 de outubro é uma data importante para os portadores da anemia falciforme, desde que o projeto de lei defendido e aprovado no Senado instituiu o “Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doenças Falciformes”. A anemia falciforme é uma doença hereditária, originária da África e trazida para as Américas na imigração forçada dos negros escravizados, hoje, é encontrada na Europa, Oriente Médio e regiões da Índia. Provoca a deformação das hemácias (glóbulos vermelhos, células ricas em hemoglobina, que dá a cor vermelha ao sangue e tem a função de transportar o oxigênio dos pulmões aos tecidos); com o formato mutante, semelhante a uma meia lua ou foice tem dificuldade de se locomover nos vasos sanguíneos e possui vida útil limitada. É preciso investir em diagnósticos precisos e tratamentos de qualidade para a população!!! CULTURASemana Africana agita Ufal
Na semana passada, diversos segmentos da sociedade civil tiveram mais contato com a comunidade acadêmica, por meio do Congresso Acadêmico da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Na vasta programação, destacou-se a V Semana de Cultura Africana realizada pelos estudantes Africanos da instituição, oriundos dos países de língua portuguesa (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe), que integram o Programa de Estudante – Convênio de Graduação (PEC-G). Quem passou por lá, pôde prestigiar a exposição de artigos africanos (bandeiras, moedas, roupas, objetos de decoração, instrumentos musicais) e banners; degustar comidas típicas; aprender penteados afros e danças tradicionais; além de conferir o desfile de trajes tradicionais, clips musicais, fotografias e uma palestra ministrada pelo Embaixador de Cabo Verde, Daniel Pereira. Mais uma vez, a integração étnico-cultural prevaleceu! Parabéns pela iniciativa! 24 ottobre MOBILIZAÇÃOComissão aprova oficialização de Hino à Negritude
A Comissão de Educação e Cultura aprovou na última quarta-feira (15) o Projeto de Lei 2.445/07, do deputado Vicentinho (PT-SP), que oficializa o Hino à Negritude, do poeta e professor Eduardo de Oliveira, em todo o território nacional.
A proposta original prevê que o hino seja executado em todas as solenidades dirigidas à raça negra, mas, em voto em separado, a relatora, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), acolheu a sugestão dos deputados Lobbe Neto (PSDB-SP) e Ivan Valente (Psol-SP) e suprimiu essa determinação. De acordo com Vicentinho, o projeto foi apresentado originalmente em 1966, pelo então deputado Dr. Teófilo Ribeiro de Andrade Filho. Foi reapresentado em 1993 pelo ex-deputado Nelson Salomé e em 1997 pelo também ex-deputado Marcelo Barbieri. Segundo o autor, a proposição foi aprovada em todas as comissões, mas, "por razões calcadas apenas na resistência ao reconhecimento da necessidade de se preencher uma lacuna histórica da nossa sociedade, não foi adiante". Sentimento de fraternidade O deputado tomou a iniciativa de apresentar novamente o projeto em 20 de novembro de 2007, Dia Nacional da Consciência Negra. Vicentinho argumenta que o objetivo é reconhecer a trajetória do negro na formação da sociedade brasileira.
Não temos símbolos que enalteçam e registrem este sentimento de fraternidade entre as diversas etnias que compõem a base da população brasileira", afirma. Em seu relatório, a deputada Fátima Bezerra esclarece que a palavra negritude foi empregada pela primeira vez em 1934, pelo poeta francês Aimée Césaire. O poeta, que nasceu na Martinica, exaltava os valores da cultura africana e combatia o colonialismo. "Alguns intelectuais negros adotaram a expressão e passaram a utilizá-la como identidade étnica, bandeira de luta, estandarte de orgulho das suas origens", acrescenta a parlamentar. Tramitação A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. ............................................................................................................. Hino à Negritude (Cântico à Africanidade Brasileira) Autor: Eduardo de Oliveira (letra e música) I
Sob o céu cor de anil das Américas
Hoje se ergue um soberbo perfil É uma imagem de luz Que em verdade traduz A história do negro no Brasil Este povo em passadas intrépidas Entre os povos valentes se impôs Com a fúria dos leões Rebentando grilhões Aos tiranos se contrapôs Ergue a tocha no alto da glória Quem, herói, nos combates, se fez Pois que as páginas da História São galardões aos negros de altivez II Levantado no topo dos séculos Mil batalhas viris sustentou Este povo imortal Que não encontra rival Na trilha que o amor lh destinou Belo e forte na tez cor de ébano Só lutando se sente feliz Brasileiro de escol Luta de sol a solenidadesPara o bem de nosso país Ergue a tocha no alto da glória Quem, horoi, nos combates, se fez Pois que as páginas da História São galardões aos negros de altivez III
Dos Palmares os feitos históricos São exemplos da eterna lição Que no solo Tupi Nos legara Zumbi Sonhando com a libertação Sendo filho também da MãeÁfrica Arunda dos deuses da paz No Brasil, este Axé Que nos mantém de pé Vem da força dos Orixás Ergue a tocha no alto da glória Quem, herói, nos combates, se fez Pois que as páginas da História São galardões aos negros de altivez IV Que saibamos guardar estes símbolos De um passado de heróico labor todos numa só voz Bradam nossos avós Viver é lutar com destemor Para frente marchemos impávidos Que a vitória nos há de sorrir Cidadãs, cidadãos Somos todos irmãos Conquistando o melhor por vir Ergue a tocha no alto da glória Quem, herói, nos combates, se fez Pois que as páginas da História São Galardões aos negros de altivez. Fonte: Agência Senado 20 ottobre MOVIMENTO NEGROReunião do Fenal
Atenção todos os membros e convidados do Fórum Entidades Negras de Alagoas (Fenal), nesta quarta-feira (22.10) terá uma reunião extraordinária a partir das 9h, no gabinete do Deputado Estadual Judson Cabral.
Serão discutidos: organização interna, projetos e atuação do fórum no movimento negro local.
Mais informações com Denivan Costa: (82) 8858-6771 / denis_angola@hotmail.com
DIVERSIDADESemana Africana na Ufal
Por: Helciane Angélica (Jornalista)
O Núcleo de Estudantes Africanos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizam a V Semana de Cultura Africana, nos dias 23 e 24 de outubro, durante o Congresso Acadêmico. A Ufal possui um convênio com os países de língua portuguesa (Angola, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe). Tem 52 alunos devidamente matriculados através do Programa de Estudante – Convênio de Graduação (PEC-G), distribuídos em vários cursos de graduação e pós-graduação. A semana africana é uma atração a parte do congresso, estimula a integração entre a universidade e a sociedade, reúne a comunidade do continente residente no Brasil, além de contribuir para a quebra de preconceitos e exaltação da riqueza étnico-cultural. Na programação constam: exposição de artigos africanos (bandeiras, moedas, roupas, objetos de decoração, instrumentos musicais) e banners; degustação de comidas típicas; oficinas de penteado e danças; desfile de trajes tradicionais; apresentação de clips musicais e fotos tiradas pelos estudantes; além da palestra “A nova parceria para o desenvolvimento da África” concedida pelo Embaixador de Cabo Verde, Daniel Pereira – que acontecerá na quinta-feira (23), às 16h30, no auditório da biblioteca. As atividades se concentrarão na quadra ao lado do bloco de Educação Física, no auditório da Biblioteca Central (BC) e no Restaurante Universitário (RU). O evento conta com o apoio da Universidade, através da Pró-Reitoria de Extensão e do Restaurante Universitário, e patrocínio da Casa da Indústria, Sebrae, Ministério da Educação, Cultura e Planejamento. Essa é uma ótima oportunidade para conhecer de perto um pouco do surpreendente continente africano. Vale a pena conferir!
Confira a programação completa no blog da Cojira-AL: www.cojira-al.blogspot.com. ARTIGOEloá - O que as mídias e os especialistas não discutem
Por: Sandra Raquew dos Santos Azevedo (Jornalista)
Há menos de 24h do trágico desfecho do seqüestro de Eloá Cristina Pimentel, por Lindemberg Alves, todos atônitos procuramos “compreender” via mediação dos meios de comunicação social e de especialistas da segurança pública, psicólogos, e outros, um fato presente cotidianamente no noticiário: a violência contra as mulheres.
Muitas são as explicações que tentam dar conta do comportamento do jovem, cujo perfil durante o processo de negociação fora retratado pelos meios como de um rapaz tranqüilo, trabalhador, que tinha planos para casar. “Dificuldade de lidar com as frustrações”; “comportamento passional”, “de tolerância muito baixa às frustrações”, entre outros argumentos são discutidos publicamente em jornais, sites, rádio, enfim, em todo processo de agendamento desta lamentável crônica de mais uma tragédia midiatizada. Inúmeros aspectos deste acontecimento são ressaltados na cobertura: o lugar, os protagonistas, o tempo, amigos, imagens, os momentos de negociação, os lugares de origem de Eloá e Lindemberg, as imagens... Todavia há um aspecto a ser considerado nesta notícia, como em tantas outras que possui semelhança com o seqüestro de Eloá e Nayara, o fato de que se trata de crimes que se relacionam com as desigualdades de gênero e que se não discutirmos também nos noticiários esta face da violência, se torna muito difícil a superação de algo que pode ser considerado, lamentavelmente, um padrão cultural de se matar mulheres. Um breve monitoramento de mídia permite perceber a brutalidade e reificação de crimes como estes: eles não são apenas crimes passionais, eles podem situados numa teia complexa de construção de valores sociais que forjam um feminino fraco, vulnerável, incapaz e sem condições de decidir a própria vida, em contraposição a um modelo de masculinidade rígido e legitimado socialmente a partir da força, da dominação e do controle. São de certa maneira estes alguns dos elementos que mantém os mecanismos psíquicos do poder na constituição do sujeito e a na construção da sujeição. Perceber os gêneros como processo de mediação do social é urgente para que a gente se dê conta da violência contra a mulher como um fenômeno social cujo aparecimento cotidiano nas mídias também precisa ser interpretado, refletido com e a partir dos veículos de comunicação. A motivação de Lindemberg em manter seqüestrada Eloá e tentar por fim a vida da jovem se inter-relaciona com outros fatos conhecidos da sociedade brasileira, como os casos Ângela Diniz, Sandra Gominde, Daniela Perez, e ainda de inúmeros casos de violência e homicídios femininos que são noticiados, mas que carecem não de uma tentativa de tentar compreender o comportamento masculino, mas de questionar os valores sociais que se reproduzem nas trocas simbólicas e tecem ainda, tristemente, este predomínio do falo que oprime e extermina. O tiro na virilha de Eloá não é só uma metáfora, mas uma expressão do ódio da tentativa frustrada de continuar mantendo o exercício do controle sobre o corpo das mulheres, por isto me sinto hoje também transpassada por esta bala. Numa das notícias veiculadas hoje dois personagens sobrenaturais surgiram: um anjinho e um diabinho que acompanhavam Lindemberg. Parece inacreditável, mas este recurso, muito comum entre homens que praticam violência contra as mulheres, aparece mais uma vez como uma máscara, uma performance que busca esconder o lado perverso de um imaginário social que em momentos como este é despertado pelos disparos protagonizados por um homem que representa neste instante os mecanismos simbólicos que negam cotidianamente às mulheres o seu direito a vida. Material recebido pelo grupo de emails dos APNs. 17 ottobre MOVIMENTO NEGROAPNs
Após 25 anos da fundação dos Agentes de Pastoral Negros do Brasil, a entidade do movimento social negro nacional criou o seu primeiro núcleo em terras quilombolas. A comunidade remanescente de quilombo Caçandoquinha, nos arredores de Ubatuba no litoral paulista, oficializou o momento na tradicional festa em homenagem a padroeira da comunidade a “Mãe Negra Aparecida”, que acontece há 57 anos e tem início com uma Missa onde a liturgia é totalmente afro. Em seguida, foi servido para os convidados um prato típico dos quilombolas caiçaras, o “azul marinho” (peixe com banana verde e farinha de mandioca). A comunidade tornou-se um símbolo de resistência, pois na década de 1970, houve um despejo muito violento onde as casas foram derrubadas, mataram animais e queimaram as plantações – ocasionou a dispersão e os quilombolas só vieram a se agregar no início dos anos 90. 13 ottobre CRQ
Parabéns Tabacaria!
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) reconheceu oficialmente a comunidade remanescente de quilombo Tabacaria, no município de Palmeira dos Índios – a portaria foi publicada no dia 1º de outubro. O governo dará início ao processo de desapropriação da área de 410 hectares onde as 120 famílias estão acampadas. "Até as famílias obterem a posse definitiva da terra, é um processo que ainda deve levar de oito a 10 meses, mas agora elas já podem ter a segurança de que poderão trabalhar na propriedade delas", explica o engenheiro agrônomo Fábio Leite, perito federal agrário do Incra-AL.
O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô já realizou uma atividade de integração e viu de perto a realidade da comunidade. Parabenizamos por essa conquista e desejamos todo sucesso em novas atividades! Esse não é só um reconhecimento simbólico e, sim, a valorização da trajetória e a importância dessa comunidade.
Axé para tod@s!!! MÚSICA"Jah Work" em União dos Palmares
O nosso amigo e integrante do Anajô, Thiago Correia (cantor e compositor), busca novos horizontes com o grupo de reggae Comunidade Quilombola de Sião, que antes era chamado "Thiago Correia e Comunidades Quilombolas". No momento, encontra-se em vigor o show “Jah Work” (Trabalho de Deus).
No domingo (12) se apresentaram em um dos bairros de União dos Palmares, atividade integrante do projeto social Damitur. O próximo será no dia 18, às 21h no Chimbras Bar – Projeto 7 Notas, também no município. A banda tem influências de Bob Marley, Edson Gomes, Ras Michael, The Congos, Vibrações, Ponto de Equilíbrio, Ras Ciro Lima e outros grupos que pregam a Pan Africanidade. Também seguem a filosofia religiosa dos rastafaris, inclusive, com a realização de acampamentos reflexivos.
Contatos:
(82) 8846-5457 / (11) 7650-4817
EDUCAÇÃOAlunos e professores da Escola Estadual Alberto Torres reforçam as atividades sobre a identidade negra e promovem a integração com segmentos afro-alagoanos Texto e fotos: Helciane Angélica
(Jornalista / Cojira-AL e Anajô) A Escola Estadual Alberto Torres nas vésperas do mês da consciência negra intensificou as atividades sobre as questões étnico-raciais, e colocou em prática o projeto "Pérola Negra Brasileira: História, importância e lutas do povo negro. Conheça e se orgulhe!”. As atividades tiveram início na última sexta-feira e segue até o dia 16 de outubro, no bairro de Bebedouro em Maceió. O desejo dos estudantes em conhecer era enorme, a ponto de muitos sugerir uma caminhada até o platô, mas os coordenadores resolveram encerrar por ali, já que seria muito desgastante (são 5 km de subida) e não estavam com recursos apropriados. Sobre o descaso das autoridades, a professora de ensino religioso, Heloísa Carvalho, desabafou: “Esperei muito tempo por essa oportunidade e fiquei frustrada. Espero que nossos governantes tomem as devidas providências quanto ao acesso e na preservação do nosso patrimônio, devido a riqueza cultural que é a Serra da Barriga”, afirmou. No segundo dia, representantes do movimento negro alagoano ministraram as palestras “Palmares, 100 anos de resistência”, “O negro na Bíblia” e “Violência e Etnicidade”, respectivamente, por Helcias Pereira (Anajô), Benedito Jorge (Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro) e Carlos Martins (União de Negros pela Igualdade / Unegro-AL). Também teve apresentação cultural do afoxé Dana Luna (Vila dos Pescadores de Jaraguá) e o cine-fórum África-Brasil, conduzido pelo Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô com a participação especial de Wagner Bijagó e Ismael Tcham - representantes dos acadêmicos africanos da Ufal. Aprofundamento O evento segue nesta semana com o aprofundamento dos temas nas salas de aula, além de destacar os pontos importantes e contribuições dos conteúdos em todas as disciplinas. E na quarta-feira (15), Dia dos Professores, terá o fórum especial com esses profissionais sobre as Leis Federal 10.639/03 e a Estadual 6.814/07 – obrigam a implementação da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no currículo escolar – a atividade será administrada pelo Centro de Estudos e Pesquisa Afro-Alagoano Quilombo. Segundo o estudante Robson Feliz Junior, 20, representante do Conselho Escolar da instituição, a temática afro sempre esteve presente e esse ano se fortaleceu. “O colégio nunca deixou de relatar a história de Zumbi, principalmente, no mês da consciência negra. Esse projeto é maravilhoso, o pessoal está empolgado para conhecer mais e espero que não seja apenas nesse ano, para que outros alunos também tenham acesso as informações”, ressaltou.
A atividade foi idealizada pelo professor de matemática Allex Sander Porfirio, que demonstrou a possibilidade de trabalhar as questões étnico-culturais em todas as disciplinas. Para a realização das atividades, a escola tem o apoio da 1ª Coordenadoria Regional de Ensino – SEE/AL; Companhia do Estudante; Instituto Galba Novais de Castro; Núcleo de Estudos sobre a violência em Alagoas e o Núcleo de Estudantes Africanos, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal); Comitê Gestor do PMQP; Afoxé da Vila dos Pescadores do Jaraguá; Agrupemba Ornamentação Artística; lojas Adventure e Altas Ondas; além das entidades convidadas para a explanação das informações. Entrevistados: Silviane Paula da Silva (aluna) / Heloisa Lima de Carvalho (professora) / Robson Félix Júnior (aluno)
Serviços Evento: Pérola Negra Brasileira Período: 10 a 16 de outubro Realização: Escola Estadual Alberto Torres – Rua Cônego Costa Rego, S/N, Bebedouro Contatos: (82) 3338-7008 / 8868-4838 / 8803-9930. 08 ottobre ARTEO projeto “Fábrica de Teatro Popular Nordeste” realiza no próximo fim de semana evento público gratuito no SESC Centro
Acontece nos dias 10 e 11 de outubro, no SESC Centro, localizado a Rua Barão de Alagoas n° 29, no horário de 14 às 17 horas, com o patrocínio da Petrobras, a Mostra Estadual Fábrica de Teatro Popular Nordeste, um evento público composto por exposição de trabalhos artísticos, apresentações de cenas de Teatro-Fórum, shows musicais e um recital de literatura de cordel. Tudo encenado por sete dos cerca de vinte e cinco grupos formados pelos Multiplicadores de Teatro do Oprimido existentes e atuantes em mais de uma dezena de municípios do Estado de Alagoas. Os ingressos são gratuitos.
A partir das 14 horas, o público vai poder apreciar uma exposição alegre, colorida, divertida e reflexiva da Estética do Oprimido, que consta de trabalhos artísticos produzidos pelos grupos comunitários ao longo de dez meses de trabalho contínuo, sob orientação dos Curingas do Centro de Teatro do Oprimido. Em seguida, às 15 horas, acontecem as apresentações artísticas.
A cada dia, serão apresentadas duas peças de Teatro-Fórum, um show musical e um recital de literatura de cordel. Após as apresentações das peças teatrais, baseadas na vida real, o público é convidado a intervir na cena e, se desejar, trocar de lugar com os atores, assumindo seus personagens e tentando transformar os problemas encenados.
Alguns dos grupos que participam do evento são: adolescentes da Comunidade Jacintinho; jovens catadores de lixo da Ong Guerreiros da Vila; Ong Quintal Cultural; jovens da Ong Movimento Pró Comunitário, moradores da Rua da Gandaia de Palmeira dos Índios; índios estudantes da UFAL - Universidade Federal de Alagoas de Palmeira dos Índios; crianças da comunidade Vergel do Lago; entre outros.
O projeto Fábrica de Teatro Popular Nordeste é uma realização do Centro de Teatro do Oprimido, com patrocínio da PETROBRAS, em parceria com o SESC Alagoas, que tem como objetivo formar multiplicadores de Teatro do Oprimido para pontos de cultura, movimentos sociais e grupos culturais, interessados em utilizar o Método criado pelo teatrólogo Augusto Boal, para estimular a reflexão de problemas reais e a busca de alternativas, através do Diálogo Teatral com a sociedade.
Serviço Nome do evento: Mostra Estadual Fábrica de Teatro Popular Nordeste Local: SESC Centro. Rua Barão de Alagoas 29, Centro, Maceió. Telefone: (82) 3326-3133 Capacidade de público: 110 pessoas, sentadas. Dias 10 e 11 de outubro A partir das 14 horas o público terá acesso a Exposição da Estética do Oprimido. De 15 às 17 horas acontecem as apresentações artísticas. Ingressos: GRÁTIS Classificação etária: Livre
Assessoria de Imprensa Ney Motta - CENTRO DE TEATRO DO OPRIMIDO (CTO)
tels. (21) 2539-2873 e 8718-1965
e-mail: neymotta@terra.com.br 07 ottobre CONVITETemática Étnico-Racial na Escola
O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô foi convidado pela Escola Alberto Torres (Bebedouro) para integrar o projeto "Peróla Negra Brasileira: História, importância e lutas do povo Negro. Conheça e se orgulhe!”, que foi idealizado pelo professor de matemática Allex Sander Porfirio.
Teremos o prazer de executar no primeiro dia (10.10) o nosso projeto Palmares In Loco (passeio étnico), que consiste na execução de visita coletiva e explanações históricas sobre a importância do Quilombo dos Palmares, lideranças quilombolas, herança cultural, organização sócio-político e militar, dentre outros aspectos importantes. A atividade acontecerá no Parque Memorial Quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga em União dos Palmares (AL).
No segundo dia do evento (sábado - 11.10), durante a manhã, no Instituto Galba Novais de Castro (Bebedouro) terão as palestras e o cine-fórum. O Diretor de Cultura do Anajô, Helcias Pereira, ministrará em 30 minutos a palestra: “Palmares, 100 anos de resistência”. A partir das 14h, os representantes da entidade realizarão o cine-fórum África-Brasil, com a exibição de slides informativos seguido de debate e a participação especial de Wagner Bijagó e Ismael Tcham - representantes dos acadêmicos africanos da Ufal. Dentre os objetivos estão: induzir a tempestade de idéias com os estudantes; informar sobre a contribuição do continente africano para o desenvolvimento da humanidade; intercâmbio sócio-cultural e político; desmistificação da história e quebra de preconceitos.
O evento seguirá na semana seguinte (13 a 17.10), onde os temas serão aprofundados nas salas de aula, para destacar os pontos importantes e contribuições dos conteúdos em todas as disciplinas. E no dia 18 de outubro, terá um fórum com os professores da escola sobre as Leis Federal 10.639/03 e a Estadual 6.814/07.
Outras entidades foram convidadas para contribuir no desenvolvimento do projeto, dentre elas: Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro; União de Negros pela Igualdade Racial (Unegro-AL); Grupo de afoxé Dana Luna (Vila dos Pescadores de Jaraguá); Centro de Estudos e Pesquisa Afro-Alagoano Quilombo.
Contatos: (82) 8868-4838 / 8803-9930 / 3338-7008. 03 ottobre BOAS ENERGIAS O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô inscreveu três projetos, em categorias diferentes, no Programa BNB de Cultura - Edital 2009.
Nossos projetos habilitados foram:
* MALUNGOS – artes cênicas
* CULTURA PERIFÉRICA – artes integradas ou não-específicas
* CORAFRO ANAJÔ – música
O resultado final da análise será divulgado no dia 28 de novembro de 2008, no site do Banco do Nordeste: www.bnb.gov.br.
Vamos ficar na torcida!!!
02 ottobre ARTE EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: "OLHANDO ALAGOAS AO AVESSO"
Por: Helciane Angélica
Inicia hoje (02) e se estende até o dia 13 de outubro, a exposição fotográfica “Olhando Alagoas ao avesso”, das 7h30 às 22h, no hall do Espaço Cultural da Ufal. Primeira exposição-solo do jovem Ewerton Soares, que provoca uma visualização crítica sobre o estereótipo “paraíso das águas”.“Este ensaio fotográfico tem como objetivo fazer um questionamento de como se percebe nosso Estado, nossos valores, nossas crenças”, disse. São quinze fotos no tamanho 30x45cm, datadas a partir de 2004 que retratam oito municípios.
Ewerton é bacharel em Geografia, às vezes, age como um andarilho acompanhado apenas da máquina fotográfica em busca de cores, formas e ângulos ousados que captem a essência da população mais humilde; também já atuou como fotógrafo convidado no Projeto I-A-POIS do curta-metragem no Povoado do Pedrão e participou de outras exposições amadoras.
Conheça melhor o seu trabalho no flog: www.medusa22.spaces.live.com.
Contatos: (82) 9988-5555 / 8813-4666
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