Profilo di AnajôCentro de Cultura e Estu...FotoBlogElenchiAltro ![]() | Guida |
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30 gennaio RELIGIÃOO Núcleo de Cultura Afro Brasileira Iyá Ogun-té, entidade filantrópica, sem fins lucrativos, de utilidade pública, Municipal e Estadual, hoje, Ponto de Cultura e Ponto de Leitura conveniado ao Ministério da Cultura -MINC em conjunto com as federações e o movimento das casas de axé tem a honra de convidá-lo para participar do ato “Xangô Rezado Alto - Fomento a integração das casas de axé”, que visa informar à população sobre as leis de combate à Intolerância Religiosa de Matriz Africana, com isto elevando à auto estima do cidadão afro descendente das comunidades tradicionais de terreiros que no dia 02 de fevereiro as 17:00h estarão concentradas na praça 13 de Maio no bairro do Poço(vizinho ao SESC) de onde realizarão um ato simbólico em nome de todos os que tombaram pela religião, seguindo com um cortejo afro religioso pelas ruas da cidade, contrapondo-se ao “QUEBRA DO XANGÔ”, fato histórico ocorrido em nossa cidade em 1912, quando uma milícia particular formada com intenções eleitoreiras decidiram não respeitar a cidadania da população e invadiram agressivamente os terreiros de Maceió, quebrando artefatos, humilhando os sacerdotes e sacerdotisas, destruindo espaços sagrados e levando um grande número de pessoas à morte. A legitimação do dia 02 de Fevereiro como Dia Municipal e Estadual de Combate à Intolerância Religiosa é resultado de uma articulação do Ponto de Cultura, das casas de axé de Alagoas, Federações com os gestores Municipais e Estaduais. Segue a proposta de programação: “Dia de Combate a Intolerância Religiosa de Matriz Africana”17:00h – Concentração dos Religiosos na praça 13 de Maio no poço (ao lado do SESC), 18:00h – Ato Religioso com entrega de flores em memória a todos que sofreram com o QUEBRA de 1912 18:30 – Cortejo Afro Religioso em direção a Praça ao lado da Sinimbu 19;00h - Entrega simbólica da lei por autoridades aos sacerdotes e sacerdotisas de matriz africana e fala dos gestores e representantes religiosos sobre a importância da lei. 20:00h – Canto de aclamação a Paz com a revoada de Pombos e plantio de muda de árvore sagrada. 20:30h – Apresentações culturais – Afoxé Odô Iyá, Orquestra de Tambores, Omim Morewá, Baque Alagoano, entre outros.
CONTATOS: Amauricio (82) 8819-6762 email: amauricio35@hotmail.com Célio Rodrigues (82) 9908-0101 email: rodriguesaguas@ibest.com.br 27 gennaio IMPORTANTEMaceió-AL, 27 de janeiro de 2009.
CONVOCATÓRIA
A presidente do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, Helciane Angélica Santos Pereira, no uso das suas atribuições estatutárias convoca todos os membros associados para a ASSEMBLEIA GERAL e ELETIVA. A atividade será realizada no dia 06 de março (sexta-feira) às 19h, na residência da companheira Cida Cigana localizada na rua Manoel Porciúncula, 57, Jacintinho. Maceió-AL. Cep:57040-100.
Helciane Angélica Santos Pereira Presidenta DIVULGAÇÃO
COJIRA-AL: Informes Afros
v 27/01 a 01/02 – Fórum Social Mundial / CONNEB Acontecerá em Belém (PA) o Fórum Social Mundial, com várias palestras, oficinas, debates, plenárias e atos públicos. Alagoas tem representantes de vários segmentos sociais, inclusive, a Cojira-AL tem duas representantes, as jornalistas Emanuelle Oliveira e Kelly Baeta. Na programação também consta o Congresso de Negros e Negras do Brasil (CONNEB), que busca construir um documento, chamado Projeto Político do Povo Negro para o Brasil, onde serão colocadas as questões da militância negra de todo o país. v 28/01 (quarta-feira) – Reunião Terá a reunião da Coordenação Executiva Preparatória da 1ª Conferência Nacional da Segurança Pública, às 15h, na Secretaria de Segurança Pública. A coordenação geral possui 11 entidades ligadas à sociedade civil, e a ONG Maria Mariá representa o segmento negro e de gênero. v 30/01 (sexta-feira) – Roda de capoeira A Federação Alagoana de Capoeira (Falc) realizará a roda do mês de janeiro às 17h, no centro de Maceió em frente à loja Insinuante. Todos os capoeiristas filiados e simpatizantes estão convidados. v 30/01 (sexta-feira) – Roda de capoeira 2 O professor de capoeira Denivan Costa, coordenador do Projeto Potencial Capoeira, informa que terá uma roda especial no Mirante do Jacintinho, por trás da rádio 96fm, às 19h. Participarão os 40 integrantes do projeto, que são estudantes de escolas públicas do bairro e convidados. v 02/02 (segunda-feira) – Reflexão Dia de Combate à Intolerância Religiosa em Alagoas. A data é o dia de Iemanjá e também ressalta os acontecimentos históricos no ano de 1912, quando várias casas de axé foram destruídas e praticantes foram perseguidos – o fato é conhecido como Quebra de Xangô. Eis mais um momento de reflexão, que busca renovar a luta contra o preconceito e o respeito aos cultos diversos. v 02/02 (segunda-feira) – Lançamento O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB/UFAL) convida toda sociedade alagoana para o lançamento do livro “Kulé-Kulé IV: Religiosidades”, às 17h, no museu Théo Brandão. v 07 e 14/02 (sábado) – Oficina de Pandeiro Nos dois primeiros sábados de fevereiro, das 12 às 17h, terão oficinas de pandeiro coordenadas pelo músico Wilson Santos. Serão duas turmas, uma para os iniciantes e a outra para os avançados. Investimento: R$ 25,00. Mais informações: 8871-0627.
Fonte: www.cojira-al.blogspot.com
26 gennaio ENCONTRO
Anajô participa do CONNEB no Pará
O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, organização não governamental de Alagoas interligada ao movimento social negro, participará do Fórum Social Mundial em Belém (PA) no período de 27 de janeiro a 1º de fevereiro de 2009. A diretora Maria Madalena da Silva (foto) foi escolhida para representar a entidade no encontro devido a disponibilidade e comprometimento social, além disso, atua na área sindical, é a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Privado em Alagoas (Sintep). Também foi eleita delegada para o Congresso de Negros e Negras do Brasil e será uma das representantes do Estado.
Madalena Silva - diretora do Anajô
De acordo com a presidente do Anajô, Helciane Angélica, mesmo diante das dificuldades financeiras a entidade não poderia ficar ausente do processo. “O Anajô busca fortalecer a luta dos afrodescendentes, preza pela formação de seus membros e a troca de experiências, e o Fórum representa tudo isso. Num mesmo espaço, lideranças comunitárias, sindicalistas e ativistas de vários segmentos, com culturas diferentes e de várias partes do mundo estarão discutindo temas importantes e polêmicos, expondo suas opiniões e propostas para o desenvolvimento sóciopolítico e econômico mundial. Enfim, mesmo com as inúmeras dificuldades não poderíamos ficar de fora do evento”, afirmou.
CONNEB O Congresso de Negros e Negras do Brasil (CONNEB) acontecerá nos dias 29 a 31 de janeiro, e encontra-se na programação do FSM. Pretende-se reunir 600 delegados, ativistas oriundos de várias partes do país que juntos terão como meta: a construção de um documento, chamado Projeto Político do Povo Negro para o Brasil. Alagoas teve direito a 14 delegados no máximo (quantidade determinada pela comissão organizadora, relacionada à proporção de negros na população de cada Estado), mas outras pessoas podem participar na condição de observadores. Os outros representantes indicados foram: Arísia Barros (Ong Maria Mariá); Benedito Jorge Da Silva (Pastoral da Negritude - Igreja Batista Do Pinheiro); Djalma Roseno Filho (Associação de Grupos Culturais e Entidades Negras De União Dos Palmares - Agrucenup); Ednaldo Minervino (Juventude Negra do PT-AL); Jorge Luis Riscado (Afroatitude – Ufal); Marlúcia Cordeiro Oliveira (Unegro-AL); Noelma Sandra Da Silva Santos (Sintufal/Cut); Marta De Carvalho Silva (Mulheres Negras/ Unegro-AL); Vera Falcão (Associação Dos Falcêmicos De Alagoas). Mais informações sobre o encontro e a programação completa podem ser encontradas no site: www.conneb.org.br.
15 gennaio CONVITESecretaria de Estado de Defesa Social de Alagoas
Prezado (a) Sr (a),
Será realizada em Maceió no dia 20 de janeiro de 2009 às 14h00, no auditório do Palácio do Governo, o lançamento da 1ª CESP-AL, estando presente a solenidade o Excelentíssimo Sr Vice Governador José Wanderley Neto e componentes da Comissão Executiva Nacional da 1ª CONSEG, a fim de prestigiar nosso evento, gostaríamos de contar com a presença de Vossa Senhoria.
Atenciosamente,
Marcus Vinícius Ferreira Gomes - Ten Cel PM
Secretario 1ª CESP-AL POLÍTICA E ARTEObama em HQ
A Marvel é uma verdadeira fábrica de super-heróis e uma das mais famosas produtoras de revistas em quadrinhos no mundo, lançou ontem (14.01) nos Estados Unidos uma edição especial, que aparece o presidente eleito Barack Obama. Na história, um dos mais antigos inimigos do Homem-Aranha tenta estragar a cerimônia de posse de Obama, em Washington – mas, no final acaba tudo bem. Na vida real, o presidente eleito dos EUA toma posse no próximo dia 20. De acordo com o editor-chefe da Marvel, Joe Quesada, a idéia da revista surgiu quando souberam que Obama é um grande colecionador dos quadrinhos do Homem-Aranha. A arte da HQ, "Amazing Spider-Man nº583", é de Todd Nauck e Frank D'Armata e o roteiro é de Zeb Wells. BRASIL ALFABETIZADOQuilombolas vão ganhar salas de aula em 18 municípios alagoanosParceria entre Iteral e Secretaria de Estado da Educação garante implantação de salas de aula em 31 comunidades quilombolas Por: Diego Barros Nesta terça-feira, 13, a gerente do Núcleo de Quilombolas do Iteral, Berenita Melo, conclui uma visita a oito comunidades de cinco municípios para recolher o cadastro com informações sobre a quantidade de alunos por turma, quem será o alfabetizador e onde serão ministradas as aulas. Os municípios visitados são Arapiraca, Traipu, Teotônio Vilela, Penedo e Igreja Nova. Conforme explica a gestora do Programa Brasil Alfabetizado da Secretaria de Educação, Nilza Duarte, cada turma deve ter no mínimo sete e no máximo 25 alunos. “Na zona urbana esse número é diferente: é preciso que haja no mínimo 14 e no máximo 25 alunos”, esclarece. Segundo ela, em Alagoas o programa do governo federal recebeu o nome de Alfabetizar é Preciso e já é executado desde 2003. Os alunos devem ser analfabetos, ter no mínimo 15 anos e cada turma tem duração de oito meses. Segundo Nilza Duarte, as aulas podem ser ministradas em espaços alternativos, como a sede da associação da comunidade, o salão paroquial da Igreja ou mesmo na casa do alfabetizador. “Para ser alfabetizador do programa é preciso ter o ensino médio completo e residir preferencialmente na própria comunidade ou na região”, observa a gestora, baseada no que dizem as resoluções 36 e 40, de 2008. “O crescimento de um povo depende da educação que é oferecida a ele. A educação é preponderante para o desenvolvimento social”, comenta Nilza Duarte. Comunidades atendidas As comunidades que serão atendidas por essas novas turmas do Programa Brasil Alfabetizado são: Mombaça, Belo Horizonte e Urucu (Traipu); Mameluco, Poços do Lunga e Passagem do Vigário (Taquarana); Sapé (Igreja Nova); Oiteiro e Tabuleiro dos Negros (Penedo); Aguazinha, Gameleiro e Guarani (Olho D’Água das Flores); Cajá dos Negros (Batalha); Alto do Tamanduá (Poço das Trincheiras); Alto da Madeira (Jacaré dos Homens); Caboclo (São José da Tapera); Serra das Viúvas e Lagoa das Pedras (Água Branca); Birrus e Abobreiras (Teotônio Vilela); Carrasco e Pau D’Arco (Arapiraca); Tabacaria (Palmeira dos Índios); Vila de Santo Antônio e Filomena (Palestina); Muquém (União dos Palmares); Mariana, Jussarinha e Filús (Santana do Mundaú); Gurgumba (Viçosa) e Serrinha dos Cocos (Senador Rui Palmeira). De acordo com Nilza Duarte, desde que chegou a Alagoas, em 2003, o Programa Brasil Alfabetizado já atendeu 86.489 jovens e adultos analfabetos. A previsão para a etapa 2009-2010 é atender pelo menos 50 mil pessoas, entre moradores de comunidades rurais e da zona urbana. Fonte: Agência Alagoas 11 gennaio CARTAAos membros do Comitê Gestor do PMQP.
A/C do Presidente (malungo) ZEZITO ARAÚJO Prezados, Acredito sincero e honestamente que muitas coisas boas podem e devem acontecer em favor da Serra da Barriga, sendo que uma delas é claro, já aconteceu que foi a construção do PMQP. No entanto, apesar de termos meios de comunicação hoje diretamente articulando e fomentando essa prática nas instâncias dos segmentos afros de Alagoas, confesso ter ficado muitíssimo triste ao saber em apenas algumas horas, que haveria uma grande programação cultural na Serra da Barriga, dentro do plano de ação da Fundação Sonia Ivar com o apoio deste comitê, naturalmente. Obviamente, também foi lamentável não saber das atividades anteriores em tempo hábil. Vejam! Ontem no sábado 10/01 durante a realização do TAMBOR FALANTE – Ciclo de Debates aberto a todos os interessados,(confira nos blogs da COJIRA e ANAJÔ) pude constatar a expressão de surpresa por parte de várias pessoas no tocante a citada programação cultural com a presença do AFRO-REGGAE. Observe que são lideranças diversas, inclusive de grupos de base que fazem trabalhos belíssimos na periferia e que gostariam se programarem para poderem viajar e subir a Serra, visto que uma coisa é o público de União dos Palmares, outra coisa são pessoas de outras cidades, principalmente Maceió. Acreditem, fico reflexivo em ouvir severas críticas a este comitê que talvez com um pouquinho só de abertura e maior comunicação, certamente tais inquietações seriam amenizadas se não dirimidas e conseqüentemente apoiadas na sua dimensionalidade. Vejam bem, todos sabem que (PARTICULARMENTE) há muito sou contra a qualquer tipo de "SHOW" no Platô da Serra, mas, essa é a minha opinião. Aliás, pensamento este fruto de alguns encaminhamentos quando éramos “todos” membros da antiga CENAL – Coordenação de Entidades Negras de Alagoas, quando decidimos lutar para essa prática não acontecer na Serra devido a todas as questões inerentes a própria segurança do local, além é claro de respeitar as orientações dos religiosos no tocante a ancestralidade e a presença de tantos eguns. Ou seja, não podemos ignorar os passos que demos na história. Concomitantemente, sou inteiramente a favor que aconteçam atividades permanentes, capazes de receber qualquer visitante, seja: perquisador, capoeirista, ogã, abian, babalaô, liderança política ou personalidade do mundo inteiro. Entretanto, devem contemplar o paisagismo, a historicidade quilombola, efetivando o turismo étnico, além é claro de fortalecer os segmentos afros urbanos e rurais de União dos Palmares e de outras cidades, através de suas performances culturais e exposições, dentre outros entretenimentos. Naturalmente, não vou sair por aí como alguns fazem, ou fizeram, falando mal do comitê e principalmente da FCP a quem acompanho desde sua fundação. Mas, na condição de amigo, de militante tantos anos, de parceiro, verdadeiro em seus pensamentos principalmente em relação a SERRA DA BARRIGA, finalizo propondo com muita humildade, que divulguem antecipadamente as ações, socializem as demandas com tranqüilidade e, sobretudo, não tratem a incumbência dos senhores enquanto membros do comitê gestor que o são, como sendo algo de ordem pessoal ou ensimesmada. Mas enquanto representantes de segmentos e instituições, cujo povo negro espera o melhor de cada um. Assim sendo, todos poderemos constatar que a união por si só será capaz de fortalecer a luta inclusiva e a organização do nosso povo, onde quer que estejamos. Abraços com sinceros desejos de felicidades nas decisões e ações. Atenciosamente, Helcias Pereira Militante Negro Alagoano Diretor Cultural do ANAJÔ FIQUE SABENDO!
COJIRA-AL: Informes Afros
v 12/01 (segunda-feira) – Assembléia Extraordinária do Fenal O Fórum de Entidades Negras de Alagoas (Fenal) convoca os representantes das entidades filiadas e demais interessados para participar de uma reunião extraordinária às 19h, na sala multi-uso localizada no Espaço Cultural da Ufal, Praça Sinimbu – Centro de Maceió. Na ocasião serão escolhidos os delegados para o CONNEB, que acontecerá em Belém-PA nos dias 30, 31 de janeiro e 1º de fevereiro - busca fortalecer as entidades e construir um projeto político para a população negra do Brasil. O Estado de Alagoas poderá enviar 14 delegados, que não precisam ser necessariamente filiados ao Fenal, mas precisa ser eleitos em uma plenária. Contatos: 8807-1803. v 13/01 (terça-feira) – Reunião dos Mestres Os integrantes do Conselho Estadual de Mestres de Capoeira de Alagoas terão uma reunião às 19h, na Churrascaria Tempero Gaúcho (Tabuleiro). Pauta: Discussão sobre o Estatuto da entidade e planejamento de atividades para 2009. v 14/01 (quarta-feira) – Quarta do Reggae Com o objetivo de comemorar os dois anos da casa de show REGGAE NIGHT (praça Dois Leões – Jaraguá), os dez melhores Djs do movimento reggae em Maceió irão fazer uma grande animação positiva neste inicio de 2009. A programação tem início às 22 h, os ingressos custam R$ 5. Mais informações: 8832-5394 / 9135-1171. v 17/01 (sábado) – Show Será lançado o projeto Santa MPB (todos os sábados) no Restaurante Santa Maré localizado na Barra Nova, a partir das 21h. O show conta com os artistas Igbonan Rocha (voz) - Miran ABS (cello e flauta) e João Teba (violão). Mais informações: 3260-6057 / 9929-3777 / 9972-1583. v 24 e 31/01 (sábado) – Oficina de Pandeiro Nos dos últimos sábados de janeiro, das 12 às 17h, terão oficinas de pandeiro coordenadas pelo músico Wilson Santos. Serão duas turmas, uma para os iniciantes e a outra para os avançados. Investimento: R$ 25,00. Mais informações: 8871-0627.
v Todos os finais de semana – Baque Alagoano O Maracatu Baque Alagoano intensificará os ensaios gerais, como preparatório para o carnaval. A atividade é aberta ao público, acontecerá todos os sábados e domingos no histórico bairro do Jaraguá. Confira a agenda e outras informações no blog: www.maracatubaquealagoano.blogspot.com
Confira as ações da mídia afro-alagoana no blog: www.cojira-al.blogspot.com. SERRA DA BARRIGAColuna: Notícias do interior et.jornalista@bol.com.br Tribuna Independente 10/01/2009
União - show
O Projeto Sociocultural do Parque Memorial Quilombo dos Palmares tem como grande atração musical neste domingo à tarde, a banda AfroReggae. O projeto é uma parceria entre a Fundação Sônia Ivar (DF) e a Fundação Cultural Palmares, do Ministério da Cultura. Além do AfroReggae a programação conta ainda com apresentação das bandas locais Afro Zumba, The Prisma e da capoeira Guerreiros de Aruanda. O acesso aos shows é inteiramente grátis.
União - finalidade O Projeto Sociocultural tem objetivo de promover atividades socioculturais como visitas técnicas de crianças e jovens para a formação de atitudes de preservação do patrimônio cultural; intercâmbios artístico-culturais de comunidades quilombolas e comunidade negra em geral. Ele tem aulas-espetáculos, que utilizam diversas linguagens artísticas e qualificação profissional de jovens para o desenvolvimento do turismo étnico sustentável. Seu público-alvo: estudantes de escolas públicas municipais e estaduais de Alagoas, entre outras categorias, etc.
Comentário:
A informação acima encontrei por acaso no jornal Tribuna Independente, não recebi nada por email e o mais incrível não houve uma divulgação ampla. Aí fica a pergunta, será que realmente tem público prestigiando?!
É extremamente importante dar visibilidade ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares localizado na Serra da Barriga em União dos Palmares; além de expor as ações afro-culturais desenvolvidas em nosso Estado e artistas destaques do país. Porém, não é só de shows que o patrimônio nacional precisa.
Tudo bem, que essas atividades movimentam o município e fortalecem a geração de renda. Mas, outras questões estão sendo esquecidas, como o pleno funcionamento do Parque (regularização do restaurante e a pavimentação do acesso, que se arrasta por anos); tem ainda a situação delicada dos moradores que estão em área tombada e sobrevivem apenas da roça; e a necessidade de investir mais no reflorestamento ambiental, etc.
Bom, toda e qualquer ação que busque exaltar a Serra e a história do Quilombo dos Palmares é favorável! Mas, é preciso ampliar a mobilização e participação do movimento social negro.
Helciane Angélica Jornalista / Presidente do Anajô / Integrante da Cojira-AL
AVANÇOSTambor Falante inicia suas atividades e tem depoimentos sobre a Lei 10.639/03
Foi lançado ontem (10.01), o projeto Tambor Falante - Ciclo de Debates, uma promoção da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-AL), Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô e a Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro.
A primeira edição abordou a Lei Federal 10.639/03, que obriga a implantação do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no currículo escolar nacional. Estiveram presentes educadores, pesquisadores e lideranças de diversas entidades do movimento negro alagoano, que puderam expor suas críticas, propostas e relatar experiências. Para dar início a atividades, foram lidos depoimentos adquiridos de pessoas importantes que atuam para o fortalecimento da lei, são eles: Ana Paula Silva, Arísia Barros, Bárbara Heliodora, Irani Neves e Zezito Araújo. Logo em seguida começou um rico debate que iniciou às 16h e se estendeu até a noite.
Confira o conteúdo:
Lei 10.639/03 e o Movimento Negro
Ana Paula Silva: Arte-Educadora, Diretora do Centro de Cultura e Cidadania Malungos do Ilê; Presidente do Fórum de Entidades Negras de Alagoas (Fenal)
“O desafio de construir, juntos, uma pedagogia da diversidade, que nos aproxime do universo simbólico e material pode ser verificado através da implementação da Lei 10.639/2003 que, institui a obrigatoriedade do ensino da História Afro-Brasileira e História da África no currículo escolar, impossível não ressaltar que essa Lei é resultante da luta do movimento e organizações negras do cenário nacional, a partir de constatações e semelhanças associadas e dada ao povo negro como o estigma de escravo, sem afirmar que antes do período escravocrata se tratava de cidadãs e cidadãos livres.
Nas escolas a discriminação racial manifesta-se no momento em que os agentes pedagógicos não reconhecem o direito à diferença própria de cada povo, indígena, negro, branco, asiático e acabam mutilando a particularidade cultural de um importante segmento da população brasileira que é discriminado nas salas de aula, não apenas pelo dito, mas, acima de tudo pelo que é silenciado.
É nosso dever enquanto agentes pedagógicos, educadores sociais e outros, provocar no anulado a manifestação do senso crítico sobre a eliminação da discriminação racial. E nosso compromisso social deve ser o de exigir dos governantes em todas as esferas, políticas públicas de educação que assegure o acesso e a permanência dos alunos na escola, com profissionais da educação que sejam capazes de lidar com temáticas e causas diferentes e assim eliminar de vez essa exclusão. A LEI 10.639/03 É UMA PODEROSA FERRRAMENTA, CAPAZ DE TRANSFORMAR O SISTEMA EXCLUDENTE DO BRASIL E PROMOVER A DIVERSIDADE”.
06 Anos da Sanção da Lei Federal Nº 10.639/03 ![]() Arísia Barros: Co-autora da Lei Estadual nº 6.814/07. Consultora para aplicabilidade das políticas educacionais para uma pedagogia anti-racista: Lei Estadual nº 6.814/07 e Lei Federal nº 10.639/03. Coordenadora do Projeto Raízes de África (ONG Maria Mariá), Professora, Redatora Publicitária e autora do livro: A Pequena África chamada Alagoas. "O preconceito racial muda a vida das pessoas de várias maneiras, estabelecendo relações humanas tensas e conflituosas, gerando a massificação dos estereótipos e a cultura da intolerância, da auto-negação e das angustiantes inquietações hameletianas: ser ou não ser, eis a questão!
O racismo se transfigura em manifestações pessoais e expressões coletivas criando uma certa esquizofrenia social. É preciso render-se ao desafio proporcionado pelo convívio com a cultura africana e o conhecimento múltiplo de quem esteja disposto a aprender e a ensinar. A Lei Federal nº10.639/03 mudou os parâmetros da educação pública, criou uma conversa íntima com as diversas histórias, substantivou as possibilidades de enriquecimento curricular; mas, o Brasil/Alagoas ainda atravessa a rua quando encontra África!" Bárbara Heliodora Costa e Silva: Presidenta da CEB-CEE/AL; Presidenta da Federação dos Estabelecimentos de Ensino de Alagoas; Diretora do Colégio Galileu. “A instituição da Lei 10.639/2003, não trata de mudança de foco etnocêntrico marcadamente de raiz européia para um foco africano. A inclusão de História e Cultura Afro-brasileira e africana nos currículos da Educação Básica é uma decisão política com repercussão pedagógica, inclusive na formação do professor. O desafio da implantação da Lei 10.639/2003, não é específico da Rede Privada de Ensino, mas de toda “sociedade brasileira” que visa acabar com o modo falso e reduzido de tratar a contribuição dos africanos e seus descendentes na construção desse País. Esse desafio, além da inclusão de novos conteúdos, compreende a necessidade de mudança nas relações étnico-raciais, sociais e pedagógicas de combate ao racismo, discriminações e equívocos, para garantir a reconstrução de uma sociedade mais justa, igual e equânime, a partir da consciência política e histórica da diversidade, fortalecimento de identidades e direitos e ações educativas que promovam a igualdade racial”. Irani Neves: Professora e Gerente Étnico-Racial da Secretaria Estadual de Educação e Esporte de Alagoas.
“A obrigatoriedade da temática de História e Cultura afro-brasileira e Africana no currículo escolar repercutiu positivamente nas ações pedagógicas das escolas e principalmente na formação de professore/as. Por isso é necessário investir numa sólida formação para professores/as para que os/as mesmos/as percebam a importância destas questões e reflitam sobre as suas posturas, valores e atitudes. A Gerência de Educação Étnico-Racial e de Gênero da SEE tem como propostas de trabalho para 2009: •Fortalecer o Fórum Permanente Educação e Diversidade Étnico-Racial; • Realizar formação continuada para professores/as quilombolas; • Promover grupos de estudos sobre a questão de gênero; • Apoiar, dialogando com o movimento negro e GBLTT, a elaboração de planos, projetos ou ações cujo foco seja a educação das relações étnico-raciais e de gênero; Inicialmente, essa é nossa proposta de trabalho. Pretendemos também dialogar com as CEs para a partir de suas necessidades e realidades construirmos um plano de trabalho coletivo para o ano de 2009”. A Importância da Lei 10.639/03
Zezito Araújo: Historiador; Vice-Diretor do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Ufal; Secretário Executivo do Comitê Gestor do Parque Memorial Quilombo dos Palmares. “A grande importância dessa lei é que não está dirigida apenas para os afro-descendentes, ela possui um conteúdo político que transcende a questão da cor e do racismo, pois, impõe-se a obrigatoriedade do ensino da História da África e da Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio do Brasil. O Estado brasileiro ao implantar essa lei, reconheceu a necessidade de criar políticas afirmativas para promoção da igualdade racial, com isso, possibilitou uma discussão nova na sociedade brasileira, a diversidade e a pluralidade dos valores e do comportamento do povo brasileiro. Enquanto instrumento político de afirmação da negritude, lei possibilita quebrar a singularidade histórica, ao tornar possível refazer leituras de fatos históricos onde prevaleçam a pluralidade. Não existirá apenas Zumbi, mais vários Zumbis heróis, não se falará de senzala, mas, dos homens, das mulheres e das crianças que foram obrigados a habitar nela e que construíram este país”. 08 gennaio ARTICULAÇÃOEntidades afro-alagoanas lançam Tambor Falante
A Lei Federal 10.639 que obriga a inclusão da temática étnico-racial nas escolas completa seis anos de implantação e lideranças avaliam as transformações na sociedade
Por: Helciane Angélica (Jornalista)
O Tambor Falante – Ciclo de debates visa articular encontros periódicos entre lideranças dos segmentos afros, educadores e formadores de opinião para discutir temas diversos e, também, propor uma nova maneira de participação na continuidade da luta e organização do povo afro-brasileiro. A primeira edição abordará a Lei Federal 10.639/03 e acontecerá neste sábado (10.01) a partir das 15h, no restaurante Velho Jardim, localizado no bairro do Riacho Doce em Maceió. Com periodicidade bimestral, a proposta é unir entretenimento com troca de experiências, onde serão registrados todos os relatos e transformá-los em produções bibliográficas. De acordo com o idealizador do projeto, Helcias Pereira, coordenador de Cultura do Anajô, a proposta do ciclo de debates é fomentar a reflexão crítica e a transformação da realidade. “Buscamos provocar, articular e estimular a consolidação de novas idéias, ações e realizações em favor do povo afro-alagoano e a sociedade em geral”. Informou ainda que: “não é necessariamente um encontro de delegados e representantes negros, e sim, de amigos e pessoas interessadas em discutir temas importantes. O Movimento Negro contribuiu de forma efetiva na consolidação de muitas conquistas, inclusive, na instalação dessa Lei e muitos ignoram isso”, afirmou. A Lei 10.639 foi aprovada no dia 09 de janeiro de 2003, quando reformulou a Lei 9.394/96, para inserir o ensino sistemático de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana em toda a rede de ensino nacional: Educação Básica (Infantil, Fundamental e Ensino Médio), Educação de Jovens e Adultos, além da Educação Superior, em especial, no que se refere à formação continuada dos professores. Inicialmente, era para ser aplicada nos conteúdos de Educação Artística, Literatura e História do Brasil. Porém, pode ser facilmente estendida em outras disciplinas como Geografia, Biologia, Ensino Religioso e até na Matemática. Nesses seis anos, muitos avanços foram conquistados, professores se sensibilizaram com a importância da temática, começaram a participar de palestras e desenvolver atividades coletivas nas salas de aula. O Estado de Alagoas, foi o pioneiro no país a estadualizar a Lei federal, quando o governador Teotonio Vilela Filho sancionou a Lei 6.814 no dia 02 de julho. No entanto, ainda existem deficiências, quanto a avaliação profissional e a ausência de material didático-pedagógico qualificado.
Proponentes O projeto inovador surgiu timidamente e depois foi organizado de forma coletiva e independente entre os representantes do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL) e pela Pastoral da Negritude. As três entidades já promoveram outras ações conjuntas e buscam fortalecer o movimento social negro, além de investir na consciência sócio-política dos alagoanos. O Anajô foi rearticulado há três anos, mas suas primeiras ações iniciaram em 1988 e tinha um forte vínculo com os Agentes de Pastoral Negros (APNs) – entidade nacional. Atualmente, investe em ações sobre a conjuntura da população afro-descendente e promove estudos sobre a história do Quilombo dos Palmares. Já a Pastoral da Negritude atua na Igreja Batista do Pinheiro, é a única no Estado e suas atividades visam a releitura da Bíblia partindo da ótica étnico-racial e prioriza o diálogo inter-religioso. A Cojira-AL tem apenas um ano de atuação, porém contribui para a interlocução entre os segmentos afros, meios de comunicação e a sociedade. Interligada ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal), foi o quinto coletivo a ser instalado no país e o primeiro do Nordeste.
SERVIÇO Tambor Falante – Ciclo de Debates Tema: Lei 10.639/03 – avanços e desafios Dia: 10/01/2009 (sábado) Local: Restaurante Velho Jardim – AL 101/ Norte, 59, em frente à Igreja na pista principal. Horário: 15h Aberto ao público / Consumo individual Contatos: 8893-9495 (Helcias) / 9999-1301 (Valdice) / 9119-5730 (Jorge) EVENTOSInformes Afros
v 09/01 (sexta-feira) – Reunião do Fenal
A presidente do Fórum de Entidades Negras de Alagoas (Fenal), Ana Paula da Silva, convida representantes das atividades filiadas e demais interessados para participar de uma reunião extraordinária às 10h no Espaço Cultural da Ufal, Praça Sinimbu – Centro de Maceió. Pauta: Posicionamento da entidade sobre a escolha de delegados para o CONNEB, que acontecerá em Belém-PA nos dias 30, 31 de janeiro e 1º de fevereiro - busca fortalecer as entidades e construir um projeto político para a população negra do Brasil. O Estado de Alagoas poderá enviar 14 delegados. Contatos: 8807-1803.
v 10/01 (sábado) – Tambor Falante A Cojira-AL em parceria com o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô e a Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro iniciarão no sábado o Tambor Falante – Ciclo de Debates. Trata-se de um projeto inovador, que visa articular encontros ordinariamente, reunindo um maior número de lideranças, militantes e personalidades em geral para discutir, aprofundar e propor uma nova maneira de participação na continuidade da luta e organização do povo afro-brasileiro; além de proporcionar o entretenimento e troca de experiências. A primeira edição abordará a Lei Federal 10.639/03 (obrigatoriedade da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no currículo escolar) – que completará seis anos no dia 09 de janeiro. A atividade acontecerá no dia 10 (sábado) a partir das 15h, no restaurante Velho Jardim localizado no bairro do Riacho Doce (pista principal, ao lado da Igreja) – consumo individual. Contatos: 8893-9495 / 9119-5730
v 11/01 (domingo) – VII Lavagem do Bomfim A Casa de Iemanjá promoverá a VII Lavagem do Bomfim, a partir das 15h, no Pátio da Igreja do Bomfim (Poço). A caminhada é realizada pelas ruas de Maceió, e busca a integração entre as Casas de Axé de Alagoas, simpatizantes e artistas, todos reunidos contra a Intolerância Religiosa, clamando respeito entre todas as formas de crença e culto religioso. A concentração será na Rua São João, nº 03, Jacintinho, tendo como Ponto de referência a primeira entrada no fundo do Hospital Geral São Rafael, antiga Maternidade Santa Lúcia, seguindo em cortejo para o pátio da Igreja (local da cerimônia religiosa), até a sede do Núcleo na Rua Dona Alzira Aguiar, 429, Ponta da Terra. Contatos: 3231-0064 / 8819-6762. v 14/01 (quarta-feira) – Quarta do Reggae Com o objetivo de comemorar os dois anos da casa de show REGGAE NIGHT (praça Dois Leões – Jaraguá), os dez melhores Djs do movimento reggae em Maceió irão fazer uma grande animação positiva neste inicio de 2009. A programação tem início às 22 h, os ingressos custam R$ 5. Mais informações: 8832-5394 / 9135-1171. v Todos os finais de semana – Baque Alagoano O Maracatu Baque Alagoano intensificará os ensaios gerais, como preparatório para o carnaval. A atividade é aberta ao público, acontecerá todos os sábados e domingos no histórico bairro do Jaraguá. Confira a agenda e outras informações no blog: www.maracatubaquealagoano.blogspot.com.
Material enviado pela Cojira-AL, outras informações no blog: www.cojira-al.blogspot.com. 06 gennaio MOBILIZAÇÃO
O Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô em parceira com a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial em Alagoas (Cojira-AL) e a Pastoral da Negritude da Igreja Batista do Pinheiro iniciarão no domingo o Tambor Falante – Ciclo de Debates. Trata-se de um projeto inovador, que visa articular encontros ordinariamente, reunindo um maior número de lideranças, militantes e personalidades em geral para discutir, aprofundar e propor uma nova maneira de participação na continuidade da luta e organização do povo afro-brasileiro; além de proporcionar o entretenimento e troca de experiências. A primeira edição abordará a Lei Federal 10.639/03 (obrigatoriedade da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no currículo escolar) – que completará seis anos no dia 09 de janeiro. A atividade acontecerá no dia 10 (sábado) a partir das 15h, no restaurante Velho Jardim localizado no bairro do Riacho Doce (pista principal, ao lado da Igreja) – consumo individual. |
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